sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Selos "Palácios Nacionais"

Caros leitores,

deixamos aqui as imagens e dados técnicos da emissão de selos "Palácios Nacionais" que foram colocadas em circulação a 3 de Outubro de 2012.

Palácio Nacional da AjudaConstruído durante a primeira metade do século XIX, o Palácio Nacional da Ajuda foi residência oficial da Monarquia desde o reinado de D. Luís I (1861-1889) até 1910, ano da instauração da República. O casamento do rei com D. Maria Pia de Sabóia (1847-1911), em 1862, foi o início de uma nova vida para este Paço. Aberto ao público como Museu em 1968, conserva ainda os aposentos fiéis à época, após aturados trabalhos de restauro e reconstituições históricas. Reúne notáveis coleções de ourivesaria, tapeçaria, mobiliário, pintura, escultura, porcelana, vidro, gravura e fotografia de proveniência diversa, sobretudo dos séculos XVIII e XIX, constituindo um dos mais importantes museus de artes decorativas de Portugal. (CTT, 2012)

Palácio Nacional da PENAImplantado no topo da serra de Sintra e fruto do génio criativo de D. Fernando II, o Parque e o Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX. Construído a partir de 1839 em torno das ruínas de um antigo Mosteiro Jerónimo, o Palácio incorpora, sob influência germânica, referências arquitetónicas manuelinas e mouriscas. Em redor do Palácio, o Rei plantou, com espécies vindas de todo o mundo, o Parque da Pena (85ha) que é o mais importante arboreto existente em Portugal. (CTT, 2012)

Palácio Nacional de MafraMandado construir por D. João V no século XVIII para cumprir um voto de sucessão, o Palácio de Mafra é o maior monumento barroco em Portugal, integrando uma Basílica, um Paço Real e um Convento. Para a Real Obra, o rei encomendou escultura e pintura a mestres portugueses e italianos e, na Flandres, dois carrilhões com 92 sinos — os maiores naquele tempo. A Basílica tem um raro conjunto de seis órgãos históricos. De destacar ainda a Biblioteca, verdadeiro repositório de obras-primas. (CTT, 2012)

Palácio Nacional de SintraCom fundação árabe, o «Paço de Sintra» foi, por oito séculos, residência da Família Real Portuguesa. Único sobrevivente dos paços reais da Idade Média, sofreu várias campanhas de obras de que resulta a sua complexa configuração atual. Os revestimentos de azulejos hispano-mouriscos dos séculos XV e XVI, são o traço decorativo mais marcante do gosto mudéjar que o caracteriza. No seu interior, exibem-se importantes coleções de artes decorativas. (CTT, 2012)


Palácio de MonserrateO Palácio de Monserrate constitui um testemunho ímpar
dos ecletismos de Oitocentos. No fim do século XVIII Gerard DeVisme construiu uma casa em estilo neogótico que, em 1794, subarrendou a William Beckford. Já em ruínas, foi visitado em 1809, e descrito num famoso poema, por Lord Byron. Em meados do século XIX, Francis Cook adquiriu a casa em ruínas e, mantendo a sua estrutura, transformou-a com um estilo eclético, que combina influências bizantinas, indiana e mouriscas. Os jardins incluem espécies botânicas de todo o Mundo, organizadas por áreas geográficas ao longo de caminhos sinuosos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. 
(CTT, 2012)


Palácio Nacional de QueluzO Palácio Nacional de Queluz é o mais notável exemplo da arquitetura portuguesa setecentista. Mandado construir em 1747 por D. Pedro, tio e, mais tarde, marido da Rainha D. Maria I, foi residência da família real desde 1777. Aos espaços de aparato, como as Salas do Trono e dos Embaixadores, sucedem-se aposentos intimistas, que se prolongam para os Jardins povoados de esculturas, lagos animados por jogos de água e onde pontua a Cascata e o Canal de Azulejos. (CTT, 2012)



Série completa com a tiragem de cada selo
Dados Técnicos
Carimbos de 1.º dia (anunciado no noticiário CTT n.º 47/2012)

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