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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Sobrescrito circulado com carimbo comemorativo "Sabores do Ar e do Fogo" - 2.º grupo

Caros leitores,

hoje trazemos aqui a imagem de um sobrescrito que circulou de Lisboa para Estoi, no qual foi aposto o carimbo de 1.º dia referente à emissão de selos "Sabores do Ar e do Fogo" 2.º grupo (publicitado no noticiário dos CTT n.º 7/2013).
Destaque-se que o selo obliterado é referente à série de selos "Sabores do Ar e do Fogo" 1.º grupo.






Data de Emissão25 de setembro de 2012
Tema principalAgricultura e Alimentação 
AssuntoSabores do Ar e do Fogo - Vinhais IGP salsicha
Largura40,0 milímetros
Altura30,6 milímetros
Denominação0,32 €
Número em conjunto11 show de set )
Layout / Formatfolha de 50
Perfurações13 em 13
Selo autoridade emissoraCTT Correios de Portugal SA
ImpressoraImprensa Nacional Casa da Moeda

sábado, 4 de maio de 2013

Emissão filatélica “Centenário das Missões Laicas em África”


Caros leitores, 

no próximo dia 13 de maio será colocada em circulação mais uma série de selos, desta vez, alusiva ao centenário das missões laicas em Africa.
As imagens dos selos e bloco retratam o “Instituto das Missões Coloniais” , em Cernache de Bonjardim, e os primeiros  missionários laicos em África.
Seguindo a linha do Iluminismo, os primeiros republicanos portugueses (1ª República) fizeram da escolarização a grande prioridade. Tentaram transformar as escolas em centros de mobilização e de propaganda aos ideais republicanos, mas à margem de quaisquer influências religiosas.                                                                                                                              Conseguiram com muito esforço, apesar de um excesso de idealismo, grandes avanços na área da instrução e da educação cívica. Estes missionários contribuíram decisivamente para a implantação de oficinas, enfermarias, escolas e internatos. 

Imagem dos selos da série
Convite da Sociedade de Geografia de Lisboa para o lançamento do livro e selos
"Missões Laicas em África na 1.ª República" 

Bilhete Postal - 250 Anos Torre dos Clérigos

Caros Leitores,

hoje apresentamos uma imagem de um bilhete postal que foi colocado em circulação no dia 23 de Abril de 2013. conforme referido em epígrafe, o bilhete postal é alusivo aos 250 anos da Torre dos Clérigos.

"Do conjunto de obras concebidas pelo arquitecto toscano Nicolau Nasoni no Norte de Portugal, a igreja e torre dos Clérigos é, não apenas a sua obra documentada mais antiga, mas também aquela que maior projecção conheceu. Facto que se deve, em grande medida, ao impacto do conjunto, à sua complexidade e à estranheza das formas, no sentido em que eram pouco comuns à arquitectura da época, e em particular ao Norte do país.

A documentação subsistente permite-nos acompanhar o andamento dos trabalhos, que tiveram início em 1732, ou seja, no ano seguinte à aprovação do plano de Nasoni pela Irmandade dos Clérigos. Esta, existia desde 1707, com sede na Igreja da Misericórdia, resultando da fusão de três confrarias (ALVES, 1989, p. 122). Nesse ano, era presidente o deão Jerónimo de Távora e Noronha, protector de Nasoni, o que terá favorecido a escolha deste arquitecto. Como responsáveis pela obra encontramos nomes próximos do artista toscano - António Pereira (responsável pelo traçado de São João Novo e cuja obra se confunde com a de Nasoni), o entalhador Miguel Francisco da Silva e, por fim, já na última fase, Manuel António de Sousa.
As obras da igreja foram bastante demoradas (com uma interrupção entre 1734 e 1745). Neste último ano, foi necessário proceder a uma vistoria dos alicerces da fachada, destruindo-se o que existia para se levantar de novo, com bases seguras. Por este facto, o templo estaria totalmente concluído somente em data próxima a 1750, muito embora a escadaria de acesso ao portal principal remonte aos anos de 1750-53/1754 (e posteriormente alterada em 1827).
Se na fachada observamos uma composição cenográfica (que encobre o corpo da igreja), que se desenvolve na vertical e tira partido de um amplo leque de elementos decorativos de cariz tardo-barrocos (comuns à formação pictórica de Nasoni) (SMITH, p. 89), o espaço interior é marcado pelo desenho elíptico da sua planta, que recorda modelos de arquitectura romana, como a igreja de Santa Maria in Campitelli, de Carlo Reinaldi (WOHL, 1993; SERRÃO, 2003, p. 268), ou a igreja de Santiago de Valeta, em Malta (ALVES, 1989, p. 123). Por sua vez, a galeria que percorre a nave, de origem toscana, constituiu uma novidade na arquitectura do Norte, razão pela qual foi utilizada como modelo em muitas das igrejas construídas posteriormente (SMITH, 1966, p. 91). A monumentalidade do espaço interno acentua-se através do retábulo marmóreo (colorido) da capela-mor, executado entre 1767 e 1780 pelo arquitecto Manuel dos Santos Porto. As representações das virtudes da Virgem enquadram-se na iconografia da igreja, dedicada, desde a fundação, a Nossa Senhora da Assunção.
Por sua vez, o projecto da torre e da Casa dos Clérigos é mais tardio, tendo sido aprovado em 1754. A enfermaria e a secretaria, atrás da igreja, estavam concluídas em 1759, e a Torre, com os seus 240 degraus e 75 metros de altura, foi terminada entre 1757 e 1763, constituindo a "síntese do estilo de Nasoni", onde os valores estruturais imperam sobre os decorativos que, no entanto, se vão intensificando à medida que nos aproximamos do topo da torre (FERREIRA ALVES, 1989, p. 125). As semelhanças entre esta obra máxima do arquitecto toscano e a Torre Nueva da Sé aragonesa de Zaragoza, da autoria de Gian Bautista Contini (1641-1722), são evidentes ao nível da configuração e da linguagem barroco-romana. Ainda que Nicolau Nasoni possa não ter conhecido esta obra, a proximidade entre ambas "trai o domínio das mesmas fontes do classicismo romano de Seiscentos" (SERRÃO, 2003, p. 268).
Nesta medida, a igreja e torre dos Clérigos é considerada o ex-libris do Porto, uma das primeiras igrejas barrocas da cidade ("onde este estilo se apresenta organizado e estruturado em função da planimetria, do espaço, da decoração e da escala"(FERNANDES, 1995, p. 72)), e a primeira grande obra de Nasoni, cujas arquitecturas marcaram tão fortemente a paisagem urbana do Norte do país nas décadas centrais do século XVIII. (RC)" (Retirado de: Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico)

Noticiário dos CTT n.º 14/2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Selos "Festas Tradicionais Portuguesas" 3.º grupo




Caros leitores,

deixamos aqui a imagem dos selos e respetivos dados técnicos da série de selos "Festas Tradicionais Portuguesas" 4.º grupo, que foi colocada em circulação ontem.

Os selos desta série, representam as seguintes festas:
  • Feira de S. Mateus (Viseu) - selo de 0,36 €;
  • Nossa Senhora da Agonia (Viana do Castelo) - selo de 0,50 €;
  • Festa dos Rapazes (Ousilhão) - selo de 0,70 €;
  • Nossa Senhora da Guadalupe - selo de 0,80 €;
  • Festas do Povo (Campo Maior) - selo de 1,00 €;
  • Nossa Senhora do Almortão (Idanha-a-Nova) - selo de 1,70 €;
  • Festas Tradicionais - selo de 0,03 €;
  • Festas Tradicionais - selo de 0,04 €.




sábado, 27 de abril de 2013

100 Anos do Serviço de Correios de Vale de Cambra (carimbo comemorativo)

Caros leitores,

apresentamos aqui uma imagem de um sobrescrito no qual foi aposto o carimbo comemorativo referente ao centenário do serviço de correios em Vale de Cambra (publicitado no noticiário dos CTT n.º 09/2013).
Na peça filatélica apresentada podemos ainda observar a atual marca dia da Estação de Correios de vale de Cambra.

O selo utilizado foi o selo de 0,32€ da série de selos "Palácios Nacionais" colocada em circulação a 03 de Outubro de 2012.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Carimbo comemorativo "Dia do PI" - Escola D. Manuel Martins

Caros leitores,

no passado dia 14 de março a Escola Secundária Dom Manuel Martins em Setubal comemorou mais um dia do PI com um carimbo comemorativo do CTT (publicitado no noticiário dos CTT n.º 6/2013).

O Selo utilizado na carta corresponde à série de selos "Engenharia Portuguesa - Ordem dos Engenheiros"

País Portugal
Data de Emissão19 de outubro de 2012
Tema principalEngenharia (Bridges)
AssuntoEngenheiros português e Engenharia
Largura80,0 milímetros
Altura30,6 milímetros
Denominação0,32 €
Número em conjuntoshow de set )
Layout / Formatfolha de 25
Perfurações13 em 13
Selo autoridade emissoraCTT Correios de Portugal SA
ImpressoraJoh Enschede

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Carta circulada com carimbo de 1.º da emissão de selos "Falcoaria"

Caros leitores,

aqui vos deixamos uma carta circulada no qual foi aposto o carimbo de 1.º dia  da série de selos "Falcoaria".
Carimbo 1.º dia - Salvaterra de Magos



País / PósPortugal
Data de Emissão20 março de 2012
Tema principalMedicine (Deficiência)
AssuntoComunicando a Cores
Largura40,0 milímetros
Altura30,6 milímetros
Denominação0,32 €
Número em conjuntoshow de set )
Layout / Formatfolha de 50
Perfurações13 em 13
Selo autoridade emissoraCTT Correios de Portugal SA
ImpressoraJoh Enschede

Carimbo 1.º dia - Lisboa


País / PósPortugal
Data de Emissão9 de outubro de 2012
Tema principalMankind (Crianças)
AssuntoEscola de correio
Largura30,6 milímetros
Altura40,0 milímetros
Denominação0,32 €
Número em conjuntoprograma conjunto )
Layout / Formatfolha de 50
Perfurações13 em 13
Selo autoridade emissoraCTT Correios de Portugal SA
ImpressoraJoh Enschede

terça-feira, 9 de abril de 2013

Selos Vultos da História e da Cultura

Caros leitores,

informamos todos o interessados que no próximo dia 15 de Abri de 2013 os CTT - Correios de Portugal vão colocar em circulação a série temática Vultos da História e da Cultura - 2013.


Série completa

Carimbo de 1.º dia de circulação
Dados Técnicos

quarta-feira, 27 de março de 2013

Falcoaria - Emissão de selos

Caros leitores,


No passado dia 23 de Março, foi colocada em circulação uma série de selos dedicada à falcoaria. Aqui vos trazemos as imagens desta série de selos e respetivas especificações técnicas.

Segundo Carlos Crespo "O mais antigo testemunho desta prática é um baixo-relevo encontrado nas ruínas de Khorsabad, na antiga Mesopotâmia, datado do ano 1400 A.C. Do seu berço asiático inicial, a falcoaria expandiu-se para Oriente com as invasões mongólicas e foi introduzida na China, de onde chegam as primeiras notícias escritas sobre a sua prática no século VII antes da era cristã.
Na Península Ibérica, esta modalidade de caça praticou-se desde o século V, tendo sido introduzida pelos Suevos e Visigodos e mais tarde aperfeiçoada com o advento das Cruzadas e com o contacto com os povos árabes. Durante a Idade Média, a falcoaria conheceu a sua «Idade de Ouro», transformando-se na distração favorita dos senhores medievais e num privilégio da nobreza. As cortes europeias tinham ao seu serviço falcoeiros profissionais que treinavam e cuidavam destas aves de luxo. Os mais requintados segredos desta arte mantinham-se por tradição oral e eram transmitidos de geração em geração. A necessidade de sistematizar todos os conhecimentos relativos a esta disciplina de caça levou os reis a encarregar os seus falcoeiros da redação de diversos tratados de falcoaria, hoje considerados um género literário medieval, os quais guardam os mais preciosos e genuínos aspetos desta arte.
Em Portugal, a falcoaria floresceu desde a primeira dinastia, sendo considerada a mais nobre de entre todas as modalidades de caça. Em 1568, D. Sebastião criou um regimento próprio para o ofício de Falcoeiro-Mor, ou Caçador-Mor, cargo que superintendia o funcionamento da falcoaria da casa real. Nas primeiras décadas do século XVIII, a falcoaria de estado vive em Portugal um período de grande fausto e sumptuosidade, rivalizando com o que de melhor havia na Europa da época. As técnicas de adestramento das aves e a execução dos lances são levados ao mais alto nível durante os reinados de D. José e D. Maria. O advento da Revolução Francesa e a nova ordem estabelecida deixariam pouco espaço de manobra para a subsistência da falcoaria, a qual recordava demasiado a Monarquia e os valores de tempos passados. Os ventos da República, a mudança dos gostos e dos hábitos, a vulgarização da caça com armas de fogo, bem como o advento da I Guerra Mundial, acabaram por fazer cair no esquecimento esta modalidade de caça, levando ao seu rápido declínio em toda a Europa. Hoje em dia assiste-se a um crescente interesse pela falcoaria, atualmente considerada uma modalidade de caça extraordinária e «ecológica». A falcoaria moderna está dotada de sólidas bases técnicas e conhecimentos científicos. São atribuídos aos falcoeiros os progressos verificados nas últimas décadas relativamente ao conhecimento das aves de rapina e sua conservação. As espécies utilizadas neste desporto são reproduzidas em cativeiro para esta finalidade e a sua detenção e comércio está regulamentada por disposições nacionais e convenções internacionais. Em Portugal, os praticantes da modalidade estão representados pela Associação Portuguesa de Falcoaria. A nível supranacional, a I.A.F. (International Association for Falconry and Conservation of Birds of Prey) reúne mais de cinco dezenas de associações nacionais de diferentes países do mundo. Em 2010, a UNESCO reconheceu a riqueza do legado histórico e artístico da falcoaria, procedendo ao registo da atividade na lista do Património Imaterial da Humanidade."


Dados Técnicos:

Emissão: 2013 / 03 / 23
Carimbos de 1.º dia: 






Selos:
N20g. – 155 000
 

A20g. – 110 000












E20g. – 145 000
 

I20g. – 115 000













Bloco: Com um selo €1,50 – 54 500
















Design - Francisco Galamba

Créditos
Selos
N20g Falcão-peregrino/Falco peregrinus, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Caparão, foto FG;
A20g Açor/Accipiter gentilis, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Bornal;
E20g Gavião/Accipiter nisus, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Rol;
I20g Águia-real/Aquila chrysaetos,foto Bruno Alves; em voo Alamy/Fotobanco; Luva de falcoaria.

Bloco
Casa Real, liv. 7599, Arquivo Nacional – Torre do Tombo
Falcão (ilustração), foto Larry Duke-
-Illustration Works/VMI/Corbis
Selo - Falcoaria Real de Salvaterra de Magos

Sobrescrito de 1.º dia - Banco, foto FG.

Bilhetes - Postais
Falcão-peregrino/Falco peregrinus, foto Alamy/Fotobanco;
Açor/Accipiter gentilis, foto Alamy/Fotobanco;
Gavião/Accipiter nisus, foto Alamy/Fotobanco;
Águia-real/Aquila chrysaetos, foto Alamy/Fotobanco;

Capa da Pagela: Caparão, foto FG

Papel: FSC 110 g/m2

Formato
Selos: 30,6 x 40 mm
Bloco: 125 x 95 mm

Picotagem: Cruz de Cristo 13x13

Impressão – offset

Impressor: INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)

Folhas: Com 50 exemplares

Bilhetes Postais: 0,45€ cada

Sobrescritos de 1.º dia
C5 – €0,75 (com bloco 2,60€)











C6 - €0,56 (com selos 3,36€)
 

Pagela €0,70 (com material filatélico 5,34€)

Ligações

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