Realiza-se amanhã a "IX Expo-Feira de
Coleccionismo" nas galerias do CENTRO COMERCIAL DE CEDOFEITA no seguinte horário
das 10h00 às 18h00. Entrada Livre. Para muitos coleccionadores, este é mais uma
vez o melhor sítio para efectivação de trocas, compras e exposição de variadas
formas de coleccionismo tais como MOEDAS, DISCOS DE VINIL, SELOS, POSTAIS
ANTIGOS, NOTAS, VALORES SELADOS, LIVROS, REVISTAS, POSTERS, CARTAS,BILHETES,
PACOTES DE AÇÚCAR, MINIATURAS, NAIPES, RELÓGIOS, ACÇÕES, FOTOGRAFIA,
CINE,CÓMICOS, CALENDÁRIOS, CHÁVENAS,LOTARIAS, PIN´S, LÁPIS/CANETAS, CROMOS,
BANDA DESENHADA, BRINQUEDOS,ETC. Este evento é promovido pelo Clube de Coleccionadores de Gaia.
Páginas
- Página inicial
- Contatos
- Marcofilia Comemorativa no Algarve
- Marcofilia - Marcas dia Algarve
- Selos sobre o Algarve
- Selos Personalizados sobre o Algarve
- Literatura Filatélica online
- EXPONET
- Selos Numerados UPU
- Prémios ASIAGO
- Área Infantil
- Passatempos
- Canais de vídeo Filatelia
- O Mensageiro do Algarve
- Marcofilia Algarve - Carimbos de 1.º dia circulação
- Maximafilia no Algarve
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Selos 2013
Caros leitores,
segundo informação recolhida na internet a os selos que serão emitidos pelos CTT em 2013 serão os seguinte (esta informação poderá sofrer ainda alteração):
Série de selos "Vultos da História e da Cultura 2013"
- Centenário do nascimento de Ilse Losa
- Centenário do nascimento de Raul da Assunção Pimenta Rêgo
- Centenário do Nascimento de João dos Santos
- Centenário do Nascimento de Edgar Mesquita Cardoso
- Centenário do Nascimento de João Villaret
Emissões Temáticas
segundo informação recolhida na internet a os selos que serão emitidos pelos CTT em 2013 serão os seguinte (esta informação poderá sofrer ainda alteração):
Série de selos "Vultos da História e da Cultura 2013"
- Centenário do nascimento de Ilse Losa
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| Ilse Losa - Escritora |
- Centenário do nascimento de Raul da Assunção Pimenta Rêgo
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| Raul Rêgo - Jornalista e Político |
- Centenário do Nascimento de João dos Santos
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| João dos Santos - Médico |
- Centenário do Nascimento de Edgar Mesquita Cardoso
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| Edgar Mesquita Cardoso - Engenheiro |
- Centenário do Nascimento de João Villaret
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| João Villaret - Ator |
- Sabores do Ar e do Fogo (2.º série);
- A Rota das Catedrais (2.ª série);
- O Ouro Arcaico - Tesouros Nacionais;
- Falcoaria;
- Natal;
- Apicultura (Continente, Madeira, Açores);
- Vultos do Desporto Luso-Brasileiro;
- EUROPA 2013 (veículos postais);
- Correio Escolar 2013;
- 1000 Anos da Publicação do Código de Avicena;
- 500 anos do Contato por Via Marítima de Portugal com a China;
- Evocação das Missões Católicas em África;
- Centenário das Missões Laicas em África;
- Bicentenário do Nascimento de Giuseppi Verdi e Richard Wagner;
- 2013 - Ano Internacional da Estatistica (300 anos da Ars Conjectandi, da Lei dos Grandes Números e do Paradoxo de St. Petersburg).
Emissão Base
- Festas Tradicionais Portuguesas.
Etiquetas
- Ano Internacional do Cidadão (UNESCO);
- 150 Anos da Cruz Vermelha.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Centenário do Nascimento de José Ferreira Pinto Basto
Caros leitores,
aqui vos deixamos um bilhete postal circulado de Aveiro com carimbo comemorativo relativo ao centenário do nascimento de José Ferreira Pinto Basto.
aqui vos deixamos um bilhete postal circulado de Aveiro com carimbo comemorativo relativo ao centenário do nascimento de José Ferreira Pinto Basto.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Selos "Engenharia Portuguesa - Ordem dos Engenheiros"
Caros leitores,
no passado dia 19 de Outubro, foi colocada em circulação mais uma série de selos, desta vez alusiva à engenharia portuguesa. (Apesar de já termos apresentado algumas notas sobre esta emissão decidimos fazer este apontamento em formato diferente que permite uma melhor análise deste selos tão interessantes)
Segundo Carlos Matias Ramos, Bastonário da Ordem dos Engenheiros
"A Engenharia e os Engenheiros têm desempenhado, ao longo dos tempos, uma função de estímulo ao progresso, de projeção da inovação, de motor de desenvolvimento da Sociedade e da economia, rompendo barreiras, muitas delas naturais, para fazer avançar a humanidade. Não são agentes únicos da mudança, mas são elementos de primeira linha nesse movimento. Desde cedo, ainda a Engenharia não se teria constituído formal e conceptualmente como tal, já era de engenhos sagazes que dependia a sobrevivência e a conquista do Homem. Os tempos correram, e foi sobretudo com a I Revolução Industrial que se afirmou a indispensabilidade de uma classe que haveria de trazer a grande produção, as comunicações, as máquinas e equipamentos e, a partir daí, multiplicar atividades e especialidades da sua arte sem nunca mais parar até aos dias de hoje. Os selos desta emissão filatélica representam as especialidades de Engenharia formalmente estruturadas na Ordem dos Engenheiros e, historicamente, as que reúnem maior representatividade no País, quer em termos do número de profissionais, quer ao nível das intervenções e realizações na Sociedade. Que melhor modelo para representar a Engenharia se não as formas como ela se expressa? A essência da Engenharia, e também a sua missão mais fundamental, é colocar a natureza à disposição do Homem de forma adequada e segura para que lhe seja aproveitável e lhe proporcione bem-estar. Este conceito evoluiu e hoje está presente em áreas das mais complexas e avançadas tecnologicamente, seja ao nível das telecomunicações, da Informática, dos sistemas de informação, das nanotecnologias, da bioengenharia, das produções e eficiências energéticas, da gestão sustentável do ambiente natural e construído, das estruturas complexas de redes ou de obra, sendo muitas delas verdadeiras «obras de arte». A Engenharia portuguesa tem pontificado em Portugal e no exterior com feitos e obras de reconhecido valor, muitas delas merecedoras de prémios internacionais. É naturalmente uma área que estará apta em permanência para continuar a trabalhar, a estudar, a analisar, a projetar, a conceber e a dar o seu melhor contributo na construção do País e da Sociedade." (CTT, 2012)
Dados Técnicos
Emissão: 2012 / 10 / 19
Selos:
€0,32 – 235 000
€0,47 – 145 000
€0,57 – 135 000
€0,68 – 185 000
€0,80 – 135 000
€1,00 – 145 000
Bloco: Com um selo
€3,00 – 50 000
Design - João MachadoPapel:- FSC 110 g/m2
Formato:
Selos - 80 x 30,6 mm
Bloco - 125 x 95 mm
Picotagem: Cruz de Cristo 13x13
Impressão: offset
Impressor: Joh. Enschedé
Folhas: Com 25 exemplares
Sobrescritos de 1.º dia: C5 & C6
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Amigos da Filatelia - Reunião
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| Retirado daqui |
Caros amigos,
informamos que no próximo dia 29 pelas 17:15 faremos uma reunião para discutirmos os seguintes assuntos:
- Almoço convívio de Natal;
- Mostra Filatélica comemorativa do Aniversário do NFF;
- Exposição de Coleccionismo sobre o Natal na EB 2/3 de Estoi;
- Mostra Filatélica no Ria Shopping;
- Balanço da ALGARPEX 2012;
- Deslocação ao Congresso da FPF;
- Outros assuntos de interesse.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
MOSTRA FILATÉLICA Alusiva ao BOMBEIRO em Vila Real de Santo António
Caros leitores,
aqui vos deixamos a informação sobre as coleções que poderão ver na mostra filatélica que amanhã abre ao público em Vila Real de Santo António.
A exposição estará patente no Sede dos Bombeiros
Voluntários de Vila Real de Santo António de 24 a 30 de Novembro de 2012 e poderá ser visitada das 14 às 18 horas.
Colecções expostas
(temática Bombeiros)
Secção
de Coleccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila
Real de Santo António:
1.
Manifestações
filatélicas organizadas pela Secção.
2.
Postais
dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.
3.
Autocolantes
de Bombeiros.
Albano
Parra Santos:
4.
Bombeiros
– Maximafilia.
5.
Bombeiros
– Sobrescritos.
6.
Bombeiros
– Filatelia.
7.
Pins
de Bombeiros.
Américo
Rebelo:
8.
Os
Bombeiros na Filatelia Portuguesa.
·
Francisco
de Oliveira Matoso Galveias:
9. Homenagem
ao Bombeiro.
10. Cartografia
– O Bombeiro.
11. Maximafilia
– O Bombeiro.
José
Geada Sousa:
12. Os
Bombeiros na Filatelia.
Sandra
Maria Cabral Santos:
13.
Bombeiros/Protecção Civil/Socorros a Náufragos (Pacotes de Açúcar).
(outras
temáticas)
·
Albano
Parra Santos:
14. Natal no Mundo.
·
Francisco
Matoso Galveias:
15. Animais em vias
de Extinção.
·
Sandra Maria
Cabral Santos:
16. Pinturas
Infantis.
·
Sílvia Assunção
Dores Costa Bento:
17. Dedais de
porcelana.
(Documentos para consulta)
· “a Filatelia” Revista oficial da Secção
Filatélica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sintra.
· Catálogos de Diversas exposições filatélicas
de Bombeiros
· Noticiários Filatélicos de carimbos de
Bombeiros.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Selos "Festas Tradicionais Portuguesas - 2.º Grupo" (auto adesivos)
Caros leitores,
no passado dia 13 de Novembro foi colocada em circulação a ultima série de selos de 2012, nomeadamente, "Festas tradicionais Portuguesa - Auto Adesivos".
Os temas dos selos são, Festas de Santo António de Lisboa, Festas do Espírito Santo - Açores e Carnaval de Ílhavo.
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| Carimbos de 1.º dia |
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Emissão filatélica "50 anos da Ordem dos Engenheiros"
Caros leitores,
aqui vos deixamos um pequeno apontamento sobre a série de selos emitida sobre os 50 anos da Ordem dos Engenheiros.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Revista Clube do Colecionador
Caros leitores,
já foi colocada em circulação da revista dos CTT Clube do Colecionador. Muitas das vezes criticam-se os CTT por não dedicarem a devida atenção aos colecionadores dando importância somente à venda e detrimento da qualidade. Contudo, foi com agrado que verificamos que a revista referida em epígrafe conseguiu fazer uma mescla muito interessante entre os produtos a vender e os artigos que a integram.
Índice:
02 - Colecionar - Museu da Coruja;
04 - Arte em Relevo - José Malhoa;
06 - Literatura - Lisboa uma Cidade em Tempo de Guerra;
08 - Em Destaque - Navios Sagres e Crioula;
16 - Os Nossos Livros - Douro - Rio de Patrimónios;
18 - O Fado;
20 - Meu Álbum de Selos: Realidade Aumentada em Produtos Filatélicos;
22 - Aconteceu Filatelia - 1.º Salão de Humoristas;
24 - Sabores do Ar e do Fogo;
26 - Levadas - Madeira
28 - Fajãs - Açores;
29 - Correio do Colecionador;
30 - Montra do Colecionador.
sábado, 20 de outubro de 2012
Primeiro Centenário Salão de Humoristas
Caros leitores,
No passado dia 16 de Outubro foi colocada em circulação mais uma emissão de selos. Desta vez a data assinalada foi o 1.º centenário do salão de humoristas.
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| Carta Circulada de Lisboa para Faro em Correio Azul |
"A 9 de Maio de 1912 inaugurou-se o 1.º Salão dos Humoristas Portugueses, momento importante para a história da arte e da cultura portuguesa novecentistas. A exposição decorreu em Lisboa, ao Chiado, onde o Grémio Literário abriu as portas para acolher as obras de vinte e oito artistas. Inusitadamente, recebeu a visita de Manuel de Arriaga, Presidente da jovem República, fazendo eco na imprensa da época, que terá procurado adquirir uma peça de cada um dos expositores. O evento resultava dos esforços da Sociedade de Humoristas Portugueses, constituída no ano anterior, sob a emblemática presidência de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, filho e sucessor do notável artista Rafael Bordalo Pinheiro, já desaparecido, homenageado com dezoito litografias da sua autoria, à entrada do Salão. Outros dois nomes, também já falecidos, foram igualmente recordados: Francisco Teixeira e, de maior relevo, Celso Hermínio. Mas, a presença do mestre Rafael Bordalo cumpria um outro sentido, servindo de «caução» a toda esta geração de bordalianos e, sobretudo, aos novos humoristas de traço modernista. Uns e outros apresentaram mais de três centenas de obras, entre gravuras, croquis, capas para publicações, frisos decorativos, estatuetas, placas em relevo e até caraças, acumuladas em três salas do Grémio e elencadas num modesto Catálogo editado. Entre os herdeiros do gosto bordaliano destacavam-se o filho Manuel Gustavo, Alonso (pseudónimo de Joaquim Guilherme Santos Silva) e Francisco Valença, que prolongariam o traço oitocentista. Mas seria o trabalho dos novos que marcou o acontecimento para a arte portuguesa. A proposta destes jovens artistas procurava contrapor ao estafado tema da política, um certeiro comentário social, realizado em risco sintético da figura e do contexto, mais actual. Mostrava se uma plêiade de novos artistas, como Américo Amarelhe, caricaturista do mundo teatral, da caserna como o oficial Menezes Ferreira, a piada urbana de Sanches de Castro, as figuras de kermesse do emigrado Emmerico Nunes (enviadas de Munique), o riso popular de Stuart Carvalhais (em Paris). Logo, foi distinguida pela crítica a elegância no desenho de Jorge Barradas, as figurinhas de boulevard, em barro, de Canto da Maia e, sobretudo, irmanando os exemplarmente modernos Cristiano Cruz e Almada Negreiros. Faltas maiores, também, foram notadas, como as de Leal da Câmara (expondo ao mesmo tempo na Capital), Luís Filipe e Correia Dias. Passados cem anos, para assinalar esta efeméride, seleccionaram-se doze artistas representativos das duas correntes artísticas em confronto e, pela primeira vez, tentou-se encontrar as peças então exibidas, para servir de ilustração ao selo dedicado a cada autor. Embora com sucesso na sua maioria, foi forçoso abrir excepção para Emmerico (o único a ultrapassar o limite cronológico de 1912) e para Manuel Gustavo, Celso e Barradas, por insucesso na busca. O humor agora conseguido, sobretudo, com pormenores das peças dos artistas, fez jus ao esforço patente no Salão. Apesar do enorme êxito, não mudou o gosto da sociedade, continuando a agradar o registo bordaliano. A modernidade, apenas por alguns entendida, chegaria mais tarde ao público, cultural e mentalmente mal preparado...(Braga, 2012)
Dados Técnicos
Emissão: 2012 / 10 / 16
Selos: €0,32 – 235 000 / €0,47 – 145 000 / €0,68 – 185 000 / €0,80 – 135 000
Folha Miniatura: Tiragem 45 000 - c/ 8 selos (2 x €0,32 / 2 x €0,47 / 2 x €0,68 / 2 x €0,80)
Folha Miniatura: Tiragem 45 000 - c/ 8 selos (2 x €0,32 / 2 x €0,47 / 2 x €0,68 / 2 x €0,80)
Papel: FSC 110 g/m2
Formato: Selos: 30,6 x 40 mm / Folha Especial: 110 x 185 mm
Picotagem: Cruz de Cristo 13x13
Impressão: Offset
Impressor: Joh. Enschedé
Folhas: Com 50 exemplares
Direitos de autor:
Selos:
Almada Negreiros, Autocaricatura, col. particular, foto António Homem Cardoso; Emmerico Nunes, Venham de lá
esses “Paivantes”, col. particular; Stuart Carvalhais, À Despedida (pormenor), em “A Sátira”, col. Museu Rafael
Bordalo Pinheiro/CML; Rafael Bordalo Pinheiro, A Única Salvação (pormenor),em “O António Maria”, col. Museu Rafael Bordalo Pinheiro/CML.
Folha Miniatura:
- Américo Amarelhe, Chaby Pinheiro - caricatura (pormenor), col. Museu Nacional do Teatro/IMC/DDF; Canto da Maia, Olhando uma Rival (pormenor), em “Canto da Maia, escultor”, Lisboa, IPPC/FCG, col. particular;
- Celso Hermínio, Ramalho Ortigão: caricatura (pormenor), col. Biblioteca Nacional de Portugal;
- Cristiano Cruz, Dois Amantes (pormenor), em “Christiano Cruz - Cenas de Guerra”, de António Rodrigues, col. particular;
- Francisco Valença, Dr. Brito Camacho - O ministro do Fomento ministrando uma fomentação, em Varões Assinalados, (pormenor), col. Biblioteca Nacional de Portugal;
- Jorge Barradas, s/título (pormenor), col. Centro de Arte Moderna/FCG; Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, 1º de Maio – Capital e Trabalho (pormenor) , em “A Paródia”, col. Museu Rafael Bordalo Pinheiro/CML; Menezes Ferreira, Sargentos da República (pormenor), col. particular.
- Celso Hermínio, Ramalho Ortigão: caricatura (pormenor), col. Biblioteca Nacional de Portugal;
- Cristiano Cruz, Dois Amantes (pormenor), em “Christiano Cruz - Cenas de Guerra”, de António Rodrigues, col. particular;
- Francisco Valença, Dr. Brito Camacho - O ministro do Fomento ministrando uma fomentação, em Varões Assinalados, (pormenor), col. Biblioteca Nacional de Portugal;
- Jorge Barradas, s/título (pormenor), col. Centro de Arte Moderna/FCG; Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, 1º de Maio – Capital e Trabalho (pormenor) , em “A Paródia”, col. Museu Rafael Bordalo Pinheiro/CML; Menezes Ferreira, Sargentos da República (pormenor), col. particular.
Capa da Pagela: Desenho para o cartaz do “1º Salão dos Humoristas Portugueses”, de Hugo Sarmento, col. OMS.
Bibliografia:
Revista Clube do Colecionador Ano XXVII n.º 2 Julho/Dezembro de 2012
http://www.ctt.pt/fectt/wcmservlet/ctt/landingpage.html
Revista Clube do Colecionador Ano XXVII n.º 2 Julho/Dezembro de 2012
http://www.ctt.pt/fectt/wcmservlet/ctt/landingpage.html
terça-feira, 16 de outubro de 2012
PROFMAT 2012 – Encontro Nacional de Professores de Matemática
Caros leitores,
aqui vos deixamos a imagem do bilhete postal comemorativo do centenário de Maria Pilar Ribeiro no qual foi aposto o carimbo comemorativo dos CTT do evento referido em epígrafe e que circulou de Coimbra para Estoi.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Catálogo da ALGARPEX 2012
Caros colegas,
hoje damos conhecimento do catálogo que foi elaborado para a exposição ALGARPEX 2012.
hoje damos conhecimento do catálogo que foi elaborado para a exposição ALGARPEX 2012.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Dia Mundial dos Correios
Caros leitores,
não poderíamos deixar passar o dia mundial dos correios sem assinalar que esta é uma das datas mais importantes para os coleccionadores de selos pois trata-se do aniversário da criação da União Postal Universal.
Na esperança que a União Postal Universal continue a dar a importância aos selos pelo seu valor postal e que continue a incentivar a "comunicação real" entre indivíduos, desejamos as melhores felicidades para esta instituição.
não poderíamos deixar passar o dia mundial dos correios sem assinalar que esta é uma das datas mais importantes para os coleccionadores de selos pois trata-se do aniversário da criação da União Postal Universal.
Na esperança que a União Postal Universal continue a dar a importância aos selos pelo seu valor postal e que continue a incentivar a "comunicação real" entre indivíduos, desejamos as melhores felicidades para esta instituição.
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| Selo emitido no Sri Lanka a 9 de Outubro de 2011 alusivo ao Dia Mundial dos Correios |
domingo, 7 de outubro de 2012
Lista de Valores Filatélicos de 2012
Caros leitores,
aqui vos deixamos a hiperligação para a Lista de Valores Filatélicos II/2012 dos CTT Correios de Portugal
Lista de Valores Filatélicos II/2012
aqui vos deixamos a hiperligação para a Lista de Valores Filatélicos II/2012 dos CTT Correios de Portugal
Lista de Valores Filatélicos II/2012
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| Retirado de: http://www.ascendi.pt/gca/?id=116 |
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Selos "Palácios Nacionais"
Caros leitores,
deixamos aqui as imagens e dados técnicos da emissão de selos "Palácios Nacionais" que foram colocadas em circulação a 3 de Outubro de 2012.
deixamos aqui as imagens e dados técnicos da emissão de selos "Palácios Nacionais" que foram colocadas em circulação a 3 de Outubro de 2012.
Palácio Nacional da AjudaConstruído durante a primeira metade do século XIX, o Palácio Nacional da Ajuda foi residência oficial da Monarquia desde o reinado de D. Luís I (1861-1889) até 1910, ano da instauração da República. O casamento do rei com D. Maria Pia de Sabóia (1847-1911), em 1862, foi o início de uma nova vida para este Paço. Aberto ao público como Museu em 1968, conserva ainda os aposentos fiéis à época, após aturados trabalhos de restauro e reconstituições históricas. Reúne notáveis coleções de ourivesaria, tapeçaria, mobiliário, pintura, escultura, porcelana, vidro, gravura e fotografia de proveniência diversa, sobretudo dos séculos XVIII e XIX, constituindo um dos mais importantes museus de artes decorativas de Portugal. (CTT, 2012)
Palácio Nacional da PENAImplantado no topo da serra de Sintra e fruto do génio criativo de D. Fernando II, o Parque e o Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do século XIX. Construído a partir de 1839 em torno das ruínas de um antigo Mosteiro Jerónimo, o Palácio incorpora, sob influência germânica, referências arquitetónicas manuelinas e mouriscas. Em redor do Palácio, o Rei plantou, com espécies vindas de todo o mundo, o Parque da Pena (85ha) que é o mais importante arboreto existente em Portugal. (CTT, 2012)
Palácio Nacional de MafraMandado construir por D. João V no século XVIII para cumprir um voto de sucessão, o Palácio de Mafra é o maior monumento barroco em Portugal, integrando uma Basílica, um Paço Real e um Convento. Para a Real Obra, o rei encomendou escultura e pintura a mestres portugueses e italianos e, na Flandres, dois carrilhões com 92 sinos — os maiores naquele tempo. A Basílica tem um raro conjunto de seis órgãos históricos. De destacar ainda a Biblioteca, verdadeiro repositório de obras-primas. (CTT, 2012)
Palácio Nacional de SintraCom fundação árabe, o «Paço de Sintra» foi, por oito séculos, residência da Família Real Portuguesa. Único sobrevivente dos paços reais da Idade Média, sofreu várias campanhas de obras de que resulta a sua complexa configuração atual. Os revestimentos de azulejos hispano-mouriscos dos séculos XV e XVI, são o traço decorativo mais marcante do gosto mudéjar que o caracteriza. No seu interior, exibem-se importantes coleções de artes decorativas. (CTT, 2012)
Palácio de MonserrateO Palácio de Monserrate constitui um testemunho ímpar
dos ecletismos de Oitocentos. No fim do século XVIII Gerard DeVisme construiu uma casa em estilo neogótico que, em 1794, subarrendou a William Beckford. Já em ruínas, foi visitado em 1809, e descrito num famoso poema, por Lord Byron. Em meados do século XIX, Francis Cook adquiriu a casa em ruínas e, mantendo a sua estrutura, transformou-a com um estilo eclético, que combina influências bizantinas, indiana e mouriscas. Os jardins incluem espécies botânicas de todo o Mundo, organizadas por áreas geográficas ao longo de caminhos sinuosos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. (CTT, 2012)
dos ecletismos de Oitocentos. No fim do século XVIII Gerard DeVisme construiu uma casa em estilo neogótico que, em 1794, subarrendou a William Beckford. Já em ruínas, foi visitado em 1809, e descrito num famoso poema, por Lord Byron. Em meados do século XIX, Francis Cook adquiriu a casa em ruínas e, mantendo a sua estrutura, transformou-a com um estilo eclético, que combina influências bizantinas, indiana e mouriscas. Os jardins incluem espécies botânicas de todo o Mundo, organizadas por áreas geográficas ao longo de caminhos sinuosos, por entre ruínas, recantos, lagos e cascatas. (CTT, 2012)
Palácio Nacional de QueluzO Palácio Nacional de Queluz é o mais notável exemplo da arquitetura portuguesa setecentista. Mandado construir em 1747 por D. Pedro, tio e, mais tarde, marido da Rainha D. Maria I, foi residência da família real desde 1777. Aos espaços de aparato, como as Salas do Trono e dos Embaixadores, sucedem-se aposentos intimistas, que se prolongam para os Jardins povoados de esculturas, lagos animados por jogos de água e onde pontua a Cascata e o Canal de Azulejos. (CTT, 2012)
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| Série completa com a tiragem de cada selo |
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| Dados Técnicos |
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| Carimbos de 1.º dia (anunciado no noticiário CTT n.º 47/2012) |
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