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segunda-feira, 8 de abril de 2019
Castro Marim - Emissão Filatélica "Ordem de Cristo - 700 anos"
Caros Leitores,
aqui vos deixamos um pequeno apontamento sobre a colocação circulação da série selos "Ordem de Cristo 700 anos", cuja a cerimónia decorreu em Castro Marim no dia 14 de março de 2019.
Retirado de: https://cm-castromarim.pt/site/noticia/700-anos-da-instituicao-ordem-de-cristo-em-castro-marim-com-lancamento-de-colecao-filatelica
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Raças Autóctones Portuguesas 2.º Grupo
Caros leitores,
aqui vos deixamos a imagem da série e mini folha correspondentes à emissão de selos Raças Autóctones Portuguesas 2.º Grupo. Este grupo de selos é constituído pela Ovelha da Serra da Estrela, Galinha Pedrês, Porco Bísaro, Porco Alentejano, Vaca Alentejana e o Burro Mirandês.
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Cerimónia de colocação em circulação da emissão filatélica “Cafés Históricos de Portugal – 2º grupo” no Café Aliança
Caros leitores,
aqui vos deixamos algumas imagens e um vídeo da cerimónia de colocação em circulação da série selos "Cafés Históricos de Portugal - 2.º Grupo" que decorreu no Café Aliança em Faro no dia 31 de Agosto de 2017 pelas 16:30.
aqui vos deixamos algumas imagens e um vídeo da cerimónia de colocação em circulação da série selos "Cafés Históricos de Portugal - 2.º Grupo" que decorreu no Café Aliança em Faro no dia 31 de Agosto de 2017 pelas 16:30.
| Prof. Rogério Bacalhau assinando o sobrescrito comemorativo |
| Dr.ª Alexandra Gonçalves assinando o sobrescrito comemorativo |
| Da direita para a esquerda: Isabel Silva (Gerente do Loja dos CTT - Faro), Filomena (Funcionária da Loja dos CTT - Faro, secção de filatelia) |
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Selo Melvin Jones e postal máximo
Caros leitores,
aqui vos deixamos a imagem dos selo colocados ontem em circulação alusivos ao Centenário do Lions no qual está retratado Melvin Jones.
Colocamos ainda a imagem de um postal máximo (duplo).
terça-feira, 25 de abril de 2017
Selos Portugueses no Centenário do Lions Clubs Internacional
Os Correios de Portugal inseriram no seu Plano de Emissões para 2017 uma emissão comemorando o Centenário do Lions Clubs Internacional, emissão esta que foi sugerida no ano passado pela Secção Filatélica do Lions Clube de Portimão, integrada no âmbito das comemorações do Centenário do Distrito 115 C/S.
O nosso país associa-se às dezenas de países que, filatelicamente assinalam o Centenário. Será emitido um selo de 80 cêntimos tendo como imagem principal Melvin Jones seu fundador e um bloco com um selo de 2 euros apresentando, além do logo do Centenário, uma das faces da medalha comemorativa, a face dos leões, com impressão a prateado.
A cerimónia oficial de lançamento da emissão, com sobrescritos e carimbo do primeiro dia está prevista para o próximo dia 29 de Abril, em Vilamoura, dia da abertura da XXVIII Convenção Nacional, pelas 11,30 horas. Nesse dia haverá também marcas de 1.º dia nas estações principais de Lisboa, Porto, Funchal e Ponta Delgada.
O posto de correio funcionará, no local da Convenção no dia 29 das 11,30 às 16,00 horas.l
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Portimão recebe carimbo de 1.º dia de circulação
Caros leitores,
aqui vos deixamos dois vídeos da cerimónia de colocação em circulação da série de selos alusivos às conserveiras portuguesas.
aqui vos deixamos dois vídeos da cerimónia de colocação em circulação da série de selos alusivos às conserveiras portuguesas.
sábado, 30 de julho de 2016
Laranja do Algarve
Caros leitores,
aqui vos deixamos um postal máximo elaborado com um postal editado pelo Centro de Caridade "Nossa Senhora do Perpétuo Socorro" - Porto, o selo "Frutos de Portugal - Laranja" colocado em circulação a 01 de setembro de 2015 e por fim a marca dia da Loja dos CTT Silves.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Dia Internacional da Alfabetização (Education for All)
Caros leitores,
neste DIA INTERNACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO aqui vos deixamos um vídeo com um conjunto de selos alusivos à alfabetização e literacia.
Interessante de verificar as imagens que as entidades emissores de selos decidiram escolher para ilustrar esta temática.
Este ano o tema escolhido para assinalar este dia é a "Alfabetização e Sociedades Sustentáveis", sendo que se realizará em na sede da UNESCO em Paris realizará-se um encontro internacional para discussão do tema (http://www.unesco.org/new/fileadmin/MULTIMEDIA/HQ/ED/pdf/ILDGlobalMeeting-agenda-31august2015.pdf).
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Citrinos do Algarve
Caros leitores,
aqui vos deixamos uma imagem do selo de 0,55 € da emissão de selos Frutas de Portugal que foi colocado em circulação no dia 01 de setembro de 2015.
domingo, 5 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Barbosa du Bocage - 250 anos do nascimento
Caros leitores,
deixamos aqui a imagem do selo alusivo a Barbosa du Bocage (1765-1805) que no próximo dia 13 de maio 15 de setembro perfaz 250 anos do seu nascimento e que os CTT decidiram homenagear incluindo-o na emissão Vultos da História e da Cultura que foi colocada em circulação a 31 de março de 2015.
Nesta emissão poderão estão inclusos selos alusivos a Barbosa do Bocage, Ramalho Ortigão, Agostinho Ricca, Rui Cinatti e Frederico George.
Autoretrato
- Magro, de olhos azuis, carão moreno,
- Bem servido de pés, meão na altura,
- Triste de facha, o mesmo de figura,
- Nariz alto no meio e não pequeno;
- Incapaz de assistir num só terreno,
- Mais propenso ao furor do que à ternura;
- Bebendo em níveas mãos, por taça escura,
- De zelos infernais letal veneno;
- Devoto incensador de mil deidades
- (Digo, de moças mil) num só momento,
- E somente no altar amando os frades,
- Eis Bocage, em quem luz algum talento;
- Saíram dele mesmo estas verdades,
- Num dia em que se achou mais pachorrento.
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- — Bocage"
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| Sobrescrito circulado com selo alusivo a Barbosa du Bocage |
Francisco Vieira (Vultos da História e Cultura - 2015
Caros leitores,
deixamos aqui a imagem do selo alusivo a Francisco Vieira (1765-1805) que no próximo dia 13 de maio perfaz 250 anos do seu nascimento e que os CTT decidiram homenagear incluindo-o na emissão Vultos da História e da Cultura que foi colocada em circulação a 31 de março de 2015.
Nesta emissão poderão estão inclusos selos alusivos a Barbosa do Bocage, Ramalho Ortigão, Agostinho Ricca, Rui Cinatti e Frederico George.
"Francisco Vieira, filho de Domingos Francisco Vieira, conhecido droguista e pintor paisagista morador no Campo do Olival, e de Maria Joaquina, nasceu no Porto a 13 de Maio de 1765. Era irmão de Ana Paulina e de António José Vieira.
Não existem muitas referências documentais sobre a sua juventude. Pensa-se que terá aprendido a pintar com o pai e com os pintores João Glama Strobërle (1708-1792) e Jean Pillment (1728-1808) e que terá frequentado a Aula de Debuxo e Desenho do Porto.
A aprendizagem no ensino oficial iniciou-se em 1787, quando a 15 de Fevereiro se inscreveu como aluno extraordinário na recém-criada Aula Régia de Desenho, em Lisboa.
Dois anos mais tarde prosseguiu os estudos em Roma, financiado pela família e pela Feitoria Inglesa ou, muito provavelmente, pela Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro.
Nos anos que passou em Roma foi discípulo de Domenico Corvi (1721-1803) e obteve o 1.º prémio de Desenho no concurso da Academia do Nu do Capitólio (1789). Trocou inúmeras cartas com o seu patrono, D. João de Mello e Castro, embaixador português em Roma, e com o secretário deste, Augusto Molloy. Através desta correspondência ficámos a saber, por exemplo, que auferiu de uma pensão régia de 8 escudos romanos, aumentada em quatro escudos a partir de 1791 e que deu aulas a D. Isabel Juliana de Sousa Coutinho Monteiro Paim, esposa do embaixador português.
Uma das obras que pintou nesta altura foi "Cabeça de velho" (1793), apresentada na sua eleição para "Accademico Professore di Pittura" da Academia de Belas Artes de Parma (10 de Maio de 1794). Viajou pelos arredores de Parma, Cremona, Colorno e Piacenza, onde o poeta Giampaolo Maggi lhe dedicou um livro. Visitou os centros culturais e artísticos de Itália, da Alemanha e de Inglaterra, que marcaram profundamente o seu trabalho.
Fixou-se em Londres a partir de 1789, onde, numa fase inicial, residiu na casa de Mello e Castro. Foi aqui que conheceu o famoso pintor Joshua Reynolds (1723-1792) e o gravador Francesco Bartolozzi (1725-1815).
Durante a sua estadia em Londres participou nas edições de 1798 e 1799 da Exposição da Royal Academy of Arts, recebeu a encomenda de pinturas para a nova igreja da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco, do Porto e apresentou a Bodoni o projecto da publicação de uma obra sobre Camões. A 9 de Julho de 1799 casou com Maria Fabbri, uma bolonhesa viúva de um aluno de Bartolozzi e depois do casamento passou a viver na casa de Bartolozzi, em North End, Fulham.
Em 1800, depois do seu regresso a Portugal, foi contratado pela Junta da Administração da Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro como professor da Aula de Desenho da Academia Real de Marinha e Comércio da Cidade do Porto (aviso régio de 20 de Dezembro), passando a auferir o ordenado de 60$000 reis.
Entre 1801 e 1802 trabalhou em Lisboa nas ilustrações de uma edição de "Os Lusíadas", promovida por D. Rodrigo de Sousa Coutinho (1801-1802).
Em Junho de 1802 iniciou as suas funções como professor da Aula de Desenho da academia portuense, embora entre Novembro desse ano e Junho do ano seguinte tivesse sido substituído pelo seu pai, Domingos Vieira. A 1 de Julho de 1803, Francisco Vieira foi nomeado director da Academia Real de Marinha e Comércio da Cidade do Porto.
Após a morte do pai, em 1803, os serviços que este prestava na Academia da Marinha e Comércio passaram a ser desempenhados por António José Vieira Júnior, irmão de Francisco Vieira.
O pintor adoeceu gravemente em 1805 enquanto pintava o quadro "Duarte Pacheco defendendo o passo de Cambalão em Cochim" para a Casa das Descobertas do Paço de Mafra. Procurou curar-se no Funchal, mas sem sucesso. Aqui faleceu, vítima de tuberculose, a 12 de Maio de 1805, poucos dias antes de completar 40 anos de idade.
Vieira Portuense, como ficou conhecido Francisco Vieira para se distinguir de Vieira Lusitano, artista coevo de Lisboa, foi o mais viajado dos artistas portugueses do seu tempo, estudando na Europa onde conviveu com obras de grandes mestres e com os mais relevantes artistas e mecenas. Homem culto e poliglota, Francisco Vieira regressou ao país para partilhar com Domingos Sequeira, seu rival, o estatuto de pintor do regente D. João VI.
Em 1906, no primeiro centenário da sua morte, a obra de Vieira Portuense foi objecto de uma exposição promovida pela Sociedade de Belas Artes e por personalidades do Porto, a qual se realizou na Sala de Concertos do Teatro S. João. Em 2001, no ano da capital Europeia da Cultura, foi de novo homenageado através da exposição inaugural dos novos e qualificados espaços destinados a exposições temporárias"
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Centenário da Revista "Orpheu" - Emissão filatélica
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| «Sem Título (Lendo Orpheu 2)» de José de Almada Negreiros, col. particular |
"Temos que afirmar esta revista, por que ela é a ponte por onde a nossa Alma passa para o futuro". Assim se referiu Fernando Pessoa ao projeto literário Orpheu, lançado em Lisboa em 1915 com um propósito claro: revolucionar o pensamento.
Nascida sob o signo das vanguardas europeias, nomeadamente o Futurismo, a revista Orpheu concretizou a aspiração de um grupo de intelectuais determinados a transformar a mentalidade do seu tempo, rompendo com a tradição. Provocar, subverter eram palavras de ordem. Cem anos volvidos, pode afirmar-se que o projeto cumpriu o seu desígnio fundacional. A revolução sonhada nas artes e nas letras aconteceu, e há quem sustente que ainda hoje se colhem os frutos dessa «pedrada no charco». Os poetas Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros, figura das letras e das artes, e ainda os artistas Amadeo Souza-Cardoso e Guilherme Santa-Rita Pintor foram os percursores do movimento intelectual responsável pela introdução do Modernismo em Portugal, historicamente consagrado como a Geração de Orpheu.
Para a escolha do nome – uma metáfora – inspiraram-se na mitologia grega. Orpheu, poeta e músico exímio, inconformado com a morte de Eurídice, sua mulher, ao lutar por trazê-la de volta ao mundo dos vivos aceitou o desafio de realizar uma dura travessia sem nunca olhar para trás. Era esse o espírito da revista – cortar com o passado. A Europa vivia, orgulhosa, um período de deslumbramento perante a nova era da máquina. Surgiam as primeiras transmissões por rádio, a primeira travessia aérea do Canal da Mancha. Nascia o cinema, a fotografia, a televisão.
Nas palavras de Almada Negreiros, pronunciadas em 1935, «o que caracterizava Orpheu era o seu europeísmo, e o caminho era ir à conquista da elite portuguesa», agitando o sistema de valores burguês.
O inconformismo subjacente a este agitar de águas escandalizou. Expressões insultuosas como «Literatura de manicómio» e «Orpheu nos infernos» confirmariam esse impacto, em grande medida relacionado com os temas inesperados da poesia publicada, exaltando a velocidade, a eletricidade ou a busca do «eu» subconsciente. Certo é que as sementes lançadas germinaram. A geração de Orpheu – ou Orfismo – conquistou um lugar na história, influenciando de forma efetiva correntes estéticas vindouras e de um modo geral todas as artes, desde a literatura ao cinema, passando pela música, pintura e arquitetura.
O inconformismo subjacente a este agitar de águas escandalizou. Expressões insultuosas como «Literatura de manicómio» e «Orpheu nos infernos» confirmariam esse impacto, em grande medida relacionado com os temas inesperados da poesia publicada, exaltando a velocidade, a eletricidade ou a busca do «eu» subconsciente. Certo é que as sementes lançadas germinaram. A geração de Orpheu – ou Orfismo – conquistou um lugar na história, influenciando de forma efetiva correntes estéticas vindouras e de um modo geral todas as artes, desde a literatura ao cinema, passando pela música, pintura e arquitetura.
No plano literário, o Orfismo representa a primeira geração do Modernismo português, seguindo-se o Presencismo (revista «Presença»), com José Régio e Branquinho da Fonseca, e o Neorrealismo, protagonizado por Alves Redol e Carlos de Oliveira, entre outros.
Apesar da sua magna repercussão, a revista Orpheu teve apenas dois números, correspondentes aos primeiros dois trimestres do ano. O primeiro foi uma edição luso-brasileira, dirigida por Luís Montalvor e Ronald de Carvalho. O segundo teve a direção de Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro. Um terceiro número, previsto para outubro, acabaria por ser cancelado devido à falta de financiamento.
Maria do Céu Novais
Maria do Céu Novais
Dados Técnicos
Emissão
2015 / 02 / 20
Selos
€0,42 – 155 000
€0,72 – 145 000
Bloco
Com um selo
€2,50 – 40 000
Design - Atelier B2
Créditos
Selos
Selo €0,42 – Capa do primeiro número da revista Orpheu, col. BNP.
Selo €0,72 - Capa do segundo número da revista Orpheu, col. BNP.
Bloco
«Sem Título (Lendo Orpheu 2)» de José de Almada Negreiros, col. particular.
Foto Paulo Costa, CAM/Fundação Calouste Gulbenkian.
Sobrescrito de 1º dia/FDC
Pormenor de «Sem Título (Casal sentado à mesa lendo)» de José de Almada Negreiros, col. particular.
Foto Paulo Costa, CAM/Fundação Calouste Gulbenkian.
Capa da Pagela
Frontíspicio do primeiro número da revista Orpheu, col. BNP.
Agradecimentos
Herdeiros de José de Almada Negreiros
Biblioteca Nacional de Portugal
Centro de Arte Moderna,
Fundação Calouste Gulbenkian.
Papel - FSC 110 g/m2
Formato
Selos: 30,6 x 40 mm
Bloco: 125 x 95 mm
Picotagem
Cruz de Cristo 13x13
Impressão - offset
Impressor -INCM
Folhas - Com 50 ex.
Sobrescritos de 1.º dia / FDC
C5 - €0,75
C6 - €0,56
Pagela / brochure
€0,70
Emissão
2015 / 02 / 20
Selos
€0,42 – 155 000
€0,72 – 145 000
Bloco
Com um selo
€2,50 – 40 000
Design - Atelier B2
Créditos
Selos
Selo €0,42 – Capa do primeiro número da revista Orpheu, col. BNP.
Selo €0,72 - Capa do segundo número da revista Orpheu, col. BNP.
Bloco
«Sem Título (Lendo Orpheu 2)» de José de Almada Negreiros, col. particular.
Foto Paulo Costa, CAM/Fundação Calouste Gulbenkian.
Sobrescrito de 1º dia/FDC
Pormenor de «Sem Título (Casal sentado à mesa lendo)» de José de Almada Negreiros, col. particular.
Foto Paulo Costa, CAM/Fundação Calouste Gulbenkian.
Capa da Pagela
Frontíspicio do primeiro número da revista Orpheu, col. BNP.
Agradecimentos
Herdeiros de José de Almada Negreiros
Biblioteca Nacional de Portugal
Centro de Arte Moderna,
Fundação Calouste Gulbenkian.
Papel - FSC 110 g/m2
Formato
Selos: 30,6 x 40 mm
Bloco: 125 x 95 mm
Picotagem
Cruz de Cristo 13x13
Impressão - offset
Impressor -INCM
Folhas - Com 50 ex.
Sobrescritos de 1.º dia / FDC
C5 - €0,75
C6 - €0,56
Pagela / brochure
€0,70
![]() |
| Capa do primeiro número da revista Orpheu |
![]() |
| Capa do segundo número da revista Orpheu |
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Mobilidade Sustentável
Mobilidade Sustentável
A «consciência ecológica» tornou-se um conceito transversal aos diversos setores da sociedade, catalisador de uma nova ética que responsabiliza cada indivíduo pela construção de um mundo melhor. Num claro sinal dos tempos, é neste cenário que se evidencia a questão da mobilidade sustentável.
O desenvolvimento socioeconómico gerou novas e mais frequentes necessidades de deslocação. Nas cidades, grandes massas humanas, tendencialmente concentradas em picos horários, percorrem os mesmos trajetos dia após dia.
A dispersão residencial em torno dos centros urbanos, onde se concentram as atividades e os serviços, é uma marca da vida moderna. Este fenómeno, acentuado nas últimas décadas, provocou o recurso crescente ao transporte individual, com consequências nefastas, a prazo, para a preservação ambiental.
Estes imperativos de mobilidade conduziram, por sua vez, a um desenvolvimento exponencial da rede de transportes, que, numa complexa arquitetura de horários e de circuitos, assegura um conjunto de ligações essenciais ao cumprimento das mais diversas rotinas, associadas à família, ao trabalho, à escola e ao lazer.
Na definição da World Business Council for Sustainable Development, «mobilidade sustentável é a capacidade de dar resposta às necessidades da sociedade em deslocar-se livremente, aceder, comunicar, negociar e estabelecer relações, sem sacrificar outros valores humanos e ecológicos, hoje ou no futuro».
A promoção de uma mobilidade sustentável é considerada um passo fulcral para diminuir a emissão de gases com efeito de estufa e reduzir o peso do consumo de energia no setor dos transportes, que em termos globais representa uma fatia muito significativa desse dispêndio. Entre as estratégias internacionalmente defendidas destaca-se a opção por biocombustíveis, em alternativa aos combustíveis fósseis, que ainda predominam.
Outro caminho passa pela introdução no mercado dos veículos da «próxima geração», dotados de inteligência para reduzir gastos energéticos.
Uma terceira medida, testada com sucesso em algumas cidades do mundo, diz respeito à integração entre os diferentes modos de transporte, de modo a diminuir congestionamentos. A experiência evidencia que o acesso a transportes público s rápidos e acessíveis contraria a tendência para uso do automóvel nos percursos diários.
De bicicleta ou a pé, também se ganha caminho. Ambas as opções, amigas do ambiente e com reconhecido impacto em termos da saúde pública, têm vindo a conquistar adeptos.
Correspondendo a essa tendência, são cada vez mais as estratégias de gestão urbanística que privilegiam a criação de ciclovias e de percursos pedonais.
Assumir a salvaguarda das reservas energéticas como um dos maiores desafios que a humanidade enfrenta neste início de século pressupõe um compromisso ético com as futuras gerações e uma responsabilização necessariamente individual, expressa em estilos de vida mais saudáveis, compatíveis com os mais elevados valores humanos e ecológicos.
Maria do Céu Novais
Dados Técnicos:
Emissão - 2015 / 01 / 27
Selos: €0,42 – 125 000; €0,80 – 125 000
Design: João Machado
Papel - FSC 110 g./m2
Formato:
Selos - 40 x 30,6 mm
Picotagem - Cruz de Cristo 13 x 13
Impressão - offset
Impressor - INCM
Folhas - com 20 ex.
Sobrescritos de 1.º dia / FDC: C6 – €0,56
Pagela - €0,70
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