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sexta-feira, 12 de abril de 2019

CTT colocam em circulação selos alusivo ao Museu Municipal de Faro


Caros leitores,

aqui deixamos algumas das fotografias recolhidas no dia 05 de abril de 2019, aquando da cerimónia no Museu Municipal de Faro de colocação em circulação da série de selos Museus Centenários.

Da esquerda para direita: Marco Lopes (Diretor Museu Municipal de Faro; Sérgio (Chefe de Loja CTT Carmo; Paulo Santo Vice Presidente Município de Faro; Luís Brás responsável pela Sec. Filatélica Ginásio Clube de Faro; Pedro Rodrigues Diretor Comercial CTT; Jorge Bomba membro da Sec. Fil. GCF; António Borralho Presidente da Assembleia Geral da Fed. Portuguesa de Filatelia; Sérgio Pedro membro da Sec. Fil. GDF

Discurso de Pedro Rodrigues








sábado, 9 de setembro de 2017

FDC da emissão filatélica “Cafés Históricos de Portugal – 2º grupo” - Marca de Faro


Caros leitores,

aqui vos deixamos um FDC (sobrescrito de 1.º dia de circulação) da emissão filatélica “Cafés Históricos de Portugal – 2º grupo” com carimbo comemorativo de Faro aposto no Café Aliança.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Falcoaria - Emissão de selos

Caros leitores,


No passado dia 23 de Março, foi colocada em circulação uma série de selos dedicada à falcoaria. Aqui vos trazemos as imagens desta série de selos e respetivas especificações técnicas.

Segundo Carlos Crespo "O mais antigo testemunho desta prática é um baixo-relevo encontrado nas ruínas de Khorsabad, na antiga Mesopotâmia, datado do ano 1400 A.C. Do seu berço asiático inicial, a falcoaria expandiu-se para Oriente com as invasões mongólicas e foi introduzida na China, de onde chegam as primeiras notícias escritas sobre a sua prática no século VII antes da era cristã.
Na Península Ibérica, esta modalidade de caça praticou-se desde o século V, tendo sido introduzida pelos Suevos e Visigodos e mais tarde aperfeiçoada com o advento das Cruzadas e com o contacto com os povos árabes. Durante a Idade Média, a falcoaria conheceu a sua «Idade de Ouro», transformando-se na distração favorita dos senhores medievais e num privilégio da nobreza. As cortes europeias tinham ao seu serviço falcoeiros profissionais que treinavam e cuidavam destas aves de luxo. Os mais requintados segredos desta arte mantinham-se por tradição oral e eram transmitidos de geração em geração. A necessidade de sistematizar todos os conhecimentos relativos a esta disciplina de caça levou os reis a encarregar os seus falcoeiros da redação de diversos tratados de falcoaria, hoje considerados um género literário medieval, os quais guardam os mais preciosos e genuínos aspetos desta arte.
Em Portugal, a falcoaria floresceu desde a primeira dinastia, sendo considerada a mais nobre de entre todas as modalidades de caça. Em 1568, D. Sebastião criou um regimento próprio para o ofício de Falcoeiro-Mor, ou Caçador-Mor, cargo que superintendia o funcionamento da falcoaria da casa real. Nas primeiras décadas do século XVIII, a falcoaria de estado vive em Portugal um período de grande fausto e sumptuosidade, rivalizando com o que de melhor havia na Europa da época. As técnicas de adestramento das aves e a execução dos lances são levados ao mais alto nível durante os reinados de D. José e D. Maria. O advento da Revolução Francesa e a nova ordem estabelecida deixariam pouco espaço de manobra para a subsistência da falcoaria, a qual recordava demasiado a Monarquia e os valores de tempos passados. Os ventos da República, a mudança dos gostos e dos hábitos, a vulgarização da caça com armas de fogo, bem como o advento da I Guerra Mundial, acabaram por fazer cair no esquecimento esta modalidade de caça, levando ao seu rápido declínio em toda a Europa. Hoje em dia assiste-se a um crescente interesse pela falcoaria, atualmente considerada uma modalidade de caça extraordinária e «ecológica». A falcoaria moderna está dotada de sólidas bases técnicas e conhecimentos científicos. São atribuídos aos falcoeiros os progressos verificados nas últimas décadas relativamente ao conhecimento das aves de rapina e sua conservação. As espécies utilizadas neste desporto são reproduzidas em cativeiro para esta finalidade e a sua detenção e comércio está regulamentada por disposições nacionais e convenções internacionais. Em Portugal, os praticantes da modalidade estão representados pela Associação Portuguesa de Falcoaria. A nível supranacional, a I.A.F. (International Association for Falconry and Conservation of Birds of Prey) reúne mais de cinco dezenas de associações nacionais de diferentes países do mundo. Em 2010, a UNESCO reconheceu a riqueza do legado histórico e artístico da falcoaria, procedendo ao registo da atividade na lista do Património Imaterial da Humanidade."


Dados Técnicos:

Emissão: 2013 / 03 / 23
Carimbos de 1.º dia: 






Selos:
N20g. – 155 000
 

A20g. – 110 000












E20g. – 145 000
 

I20g. – 115 000













Bloco: Com um selo €1,50 – 54 500
















Design - Francisco Galamba

Créditos
Selos
N20g Falcão-peregrino/Falco peregrinus, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Caparão, foto FG;
A20g Açor/Accipiter gentilis, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Bornal;
E20g Gavião/Accipiter nisus, foto FG; em voo, foto Alamy/Fotobanco; Rol;
I20g Águia-real/Aquila chrysaetos,foto Bruno Alves; em voo Alamy/Fotobanco; Luva de falcoaria.

Bloco
Casa Real, liv. 7599, Arquivo Nacional – Torre do Tombo
Falcão (ilustração), foto Larry Duke-
-Illustration Works/VMI/Corbis
Selo - Falcoaria Real de Salvaterra de Magos

Sobrescrito de 1.º dia - Banco, foto FG.

Bilhetes - Postais
Falcão-peregrino/Falco peregrinus, foto Alamy/Fotobanco;
Açor/Accipiter gentilis, foto Alamy/Fotobanco;
Gavião/Accipiter nisus, foto Alamy/Fotobanco;
Águia-real/Aquila chrysaetos, foto Alamy/Fotobanco;

Capa da Pagela: Caparão, foto FG

Papel: FSC 110 g/m2

Formato
Selos: 30,6 x 40 mm
Bloco: 125 x 95 mm

Picotagem: Cruz de Cristo 13x13

Impressão – offset

Impressor: INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda)

Folhas: Com 50 exemplares

Bilhetes Postais: 0,45€ cada

Sobrescritos de 1.º dia
C5 – €0,75 (com bloco 2,60€)











C6 - €0,56 (com selos 3,36€)
 

Pagela €0,70 (com material filatélico 5,34€)

terça-feira, 26 de junho de 2012

50 Anos GIS - ICS

Caros leitores,

no passado dia 31 de Maio, foi colocada em circulação a série de selos comemorativa dos 50 anos do Gabinete de Investigações Sociais da Universidade de Lisboa. a série é composta por dois selos, um de taxa N20 gramas e outro de taxa E20 gramas. No primeiro é dado destaque ao investigador Adérito Sedas Nunes, fundador do GIS e no segundo destaca-se a fachada do Instituto de Ciências Sociais.

Selo de taxa N20 gramas (correio normal não prioritário nacional)
Adérito Sedas Nunes foi um dos mais importantes cientistas sociais portugueses do século XX, foi fundador, durante as décadas de 1950 e 1960, da moderna Sociologia em Portugal. Ajudou a criar, em 1962, o Gabinete de Investigações Sociais, o primeiro centro de investigação inteiramente dedicado às Ciências Sociais. Em 1963 foi fundador e primeiro director da revista Análise Social, a mais antiga e prestigiada neste domínio em Portugal. Entre muitos trabalhos ali publicados e que viriam a tornar-se merecidamente famosos, assinala-se o seu Nº 7-8 dedicado ao tema, então tabu, dos "Aspectos Sociais do Desenvolvimento Económico em Portugal". Nele colaboraram, entre outros, figuras destacadas como Miller Guerra, Alfredo de Sousa, Manuela Silva, Mário Murteira, Silva Lopes e Raul Silva Pereira. No seguimento do 25 de Abril e com um prestígio e influência científica cada vez maiores, Sedas Nunes viria a ser Presidente do Conselho Directivo do ISCTE, em 1974; Presidente da JNICT (antecessora da actual Fundação para a Ciência e Tecnologia) (1976-1977) e Ministro da Cultura e Ciência e Coordenação Cultural (V Governo Constitucional, 1979-1980). Em 1982, conseguiria levar a cabo a fundação, a partir do GIS, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, o primeiro novo instituto universitário do País exclusivamente dedicado à investigação científica. Ali permaneceria como Director até à sua morte em 1991. (retirado de daqui)

Selo de E20 gramas (correio normal para Europa)

Sobrescrito de 1.º dia

Dados Técnicos
Emissão: 2012 / 05 / 31
Selos:
N20g. - 235 000
E20g. - 135 000
Design - José Brandão / Susana Brito
Créditos:
Selos / stamps
  • Alçado Lateral do edíficio do ICS, foto Fernando Guerra;
  • Adérito Sedas Nunes, foto colecção particular;
  • Análise Social, nº1, volume I, Janeiro 1963, Biblioteca do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, foto João Pedro Silva.
Papel: FSC 110 g/m2
Formato dos Selos: 40 x 30,6 mm
Picotagem: Cruz de Cristo 13 x 13
Impressão: offset
Impressor: INCM
Folhas: Com 50 exemplares
Sobrescritos de 1.º dia / FDC: C6 – A 0,56
Pagela: A 0,70

terça-feira, 8 de junho de 2010

Emissão de selos sobre A Gazeta de Buenos Ayres



A Gazeta de Buenos Ayres foi um periodico escrito em Buenos Ayres, Argentina, entre 1810 e 1821 com o objectivo inicial de publicitar os actos do Governo da 1.ª Junta. Inicialmente o seu Redactor foi Mariano Moreno com a ajuda do Sacerdote Manuel Alberti, e contou também com a colaboração de Manuel Belgrano e Juan José Casteli.
Retirado de: http://es.wikipedia.org/wiki/Gazeta_de_Buenos_Ayres




Obrigado ao J. Casalia pelo contributo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

2010 - Ano Internacional Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social

Caros leitores,

na sequência da emissão de etiquetas relativas ao Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social no dia 11 de Maio publicamos aqui o sobrescrito de 1.º dia que V. Vieira teve a amabilidade de enviar.


Deixamos aqui um pequeno texto que retiramos do site da Comissão Europeia (http://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=pt&catId=637)

Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 17% da sua população não tem os meios necessários para satisfazer as suas necessidades mais básicas.
A pobreza é normalmente associada aos países em vias de desenvolvimento nos quais a subnutrição, a fome e a falta de água limpa e potável são desafios quotidianos. Contudo, a Europa também é afectada pela pobreza e pela exclusão social, onde apesar de estes problemas poderem não ser tão gritantes, são ainda assim inaceitáveis. A pobreza e a exclusão de um indivíduo implicam o empobrecimento de toda a sociedade. A Europa só pode ser forte se utilizar ao máximo o potencial de cada um dos seus cidadãos.
Não há nenhuma solução milagrosa para acabar com a pobreza e com a exclusão social mas uma coisa é certa: não podemos vencer esta batalha sem si. É tempo de renovarmos o nosso compromisso para com a solidariedade, justiça social e maior inclusão. Chegou o momento do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão Social.
Um valor fundamental da União Europeia é a solidariedade, particularmente importante em tempos de crise. A palavra “União” diz tudo – enfrentamos juntos a crise económica e é esta solidariedade que nos protege a todos.
Aqui ficam algumas das coisas que iremos fazer juntos:
  • Encorajar a participação e o compromisso político de todos os segmentos da sociedade para participarem na luta contra a pobreza e a exclusão social, desde o nível europeu ao nível local, no sector público e no privado;
  • Motivar todos os cidadãos europeus a participarem na luta contra a pobreza e a exclusão social;
  • Dar voz às preocupações e necessidades de todos quanto atravessam situações de pobreza e de exclusão social;
  • Dar a mão a organizações da sociedade civil e a ONG na área da luta contra a pobreza e a exclusão social;
  • Ajudar a derrubar os estereótipos e a estigmatização da pobreza e da exclusão social;
  • Fomentar uma sociedade que garanta a qualidade de vida, o bem-estar social e a igualdade de oportunidades para todos;
  • Reforçar a solidariedade entre gerações e garantir o desenvolvimento sustentável.



segunda-feira, 24 de maio de 2010

PORTUGAL 2010 - Exposição Mundial de Filatelia

Caro leitores,

apresentamos aqui o sobrescrito de 1.º dia e o bloco referentes à Exposição Mundial de Filatelia que se vai realizar em Portugal no próximo mês de Outubro.



domingo, 16 de maio de 2010

Visita de Sua Santidade Papa Bento XVI a Portugal

Caros leitores,

no seguimento da emissão filatélica alusiva à visita do Papa Bento XVI a Portugal, aqui apresentamos o sobrescrito de 1.º dia com os carimbos de 1.º dia das cidades que Sua Santidade o Papa Bento XVI visitou.

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